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Mais de 100 anos de história

 

 

Decorria o ano de 1913, quando o Grupo 7 foi fundado, mais precisamente a 20 de maio. Na altura o lenço escolhido pelos elementos da fundação foi o preto. Mais tarde acrescentou-se uma risca branca e uma flôr de liz no vértice, e o Grupo 7 ficou conhecido por todos os outros escoteiros da Associação de Escoteiros de Portugal, como as “viúvas-alegres”. Este mesmo lenço mantêm-se até aos dias de hoje, com os mesmos valores e princípios de há 100 anos atrás.

Desde da data de inauguração até aos dias de hoje, o Grupo 7 assume-se como um grupo bem vivo, cheio de dinamismo e energia. Com características bem definidas e muito próprias, o Grupo 7 tem vindo a realizar um trabalho importante desde a sua fundação com todos os jovens que passam pelo grupo. Este facto é bem visível, porque todos deixaram a sua marca neste grande movimento que é o escotismo.

Por influência do 1º Grupo, e em consequência da iniciativa de Abel dos Santos e Silva e Luciano Silva, ambos membros da ACM, o Grupo 7 foi fundado na União Cristã de Jovens, que ficava na igreja congregacional, cuja sede era na rua Angra do Heroísmo em Lisboa. José Rodrigues foi um escoteiro entusiasta que apoiou o primeiro escoteiro chefe Luciano Silva e assumiu depois a chefia. Adail José Conceição Rodrigues, o mesmo escoteiro entusiasta é o 2º chefe de grupo.

O Grupo 7 também passou por algumas dificuldades, tendo em conta o regime político que existia no país. Não se sabe quando, nem porquê o Grupo 7 saiu da A.E.P. e foi para os Adueiros de Portugal, mas é certo que em agosto de 1916, num artigo escrito no número 9 da revista "O escoteiro", o Grupo 7 ainda faz parte da A.E.P. Pode-se também constatar num artigo da "Ilustração portuguesa" (revista editada pelo jornal o Século), de 26 março de 1921, o Grupo 7 faz nessa altura parte dos Adueiros onde veio a ficar com o número 9. Mais tarde volta a ingressar na A.E.P. e volta a ter o nº 7 até aos nossos dias.

Por volta de 1945, o Grupo 7 fica sem local de sede e contata os Bombeiros Voluntários Lisbonenses, no sentido de propor uma parceria que consistia em arranjar um local para reunir no quartel dos mesmos. O quartel era e é na rua Camilo Castelo Branco. Desde esse ano que a parceria nunca mais acabou e é onde nos encontramos sediados até aos dias de hoje. Somos inclusivé membros Honorário dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses do qual nos orgulhamos muito.

Não nos podemos esquecer de fazer referência a Armando Carlos, mais conhecido por Olho de Lince, um dos chefes do Grupo 7 e que dirigiu o mesmo até 2006. Foi um chefe que marcou uma geração de escoteiros do Grupo e da Associação dos Escoteiros de Portugal. Seguiu-se o Mário Carmo, também conhecido como Urso Vermelho que deu ao Grupo 7 entre 2006 e 2009 uma abertura, modernidade e visibilidade em termos de imagem e formação e que fez com o Grupo conseguisse um dos maiores efectivos de sempre. Neste momento é a vez do Chefe de Grupo Paulo Franco, o Papagaio Roncador que continuar a suster os alicerces do Grupo 7.

Um marco histórico conseguido pela atual chefia foi a abertura da Alcateia em 2010 que estava fechada desde os anos 70.

Os mais de 100 anos de existência, fazem do Grupo 7, um dos mais antigos e com mais tradições  da Associação dos Escoteiros de Portugal. É com esta responsabilidade que a geração atual continua a trilhar o caminho para o futuro.

 

 

JACARÉ, JACARÉ, JACARÉ....

...O GRUPO 7 É QUE É!

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